Breves, médias, longas, loucas notas sobre fatos, pessoas e acontecimentos da vida real desta, que pode até não ser poeta, mas que vê poesia onde quer que pousem seus olhos castanhos, pincelados de azul.
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Matemática e poesia
Minha filha descobriu o segredo da multiplicação. Matemática não é poesia, pra mim. Descobertas são pura poesia...
terça-feira, 18 de agosto de 2009
sexta-feira, 24 de julho de 2009
Normalidade
Estive pensando: alguns olhos vêem os poetas (sim, eu sei que aquele acento no E repetido, caiu... mas eu ainda não consegui derrubá-lo das minhas escritas... paciência, querido leitor, paciência) como pessoas especiais. Alguns olhos me cobram que eu seja especial. Mas veja, não sou assim. Tenho cá meu quinhão de defeitos e outro quinhão de coisas não resolvidas e outro tanto de coisas mal resolvidas e um bom tantão de coisas que jamais vão se resolver e que eu tento ir levando assim, meio que na maciota, pra não enlouquecer de vez.
Portanto, jamais espere de mim que essa minha inclinação ao belo me faça mais especial do que tu. Não sou.
Leia meus escritos, viaje nos meus traços, e evite minhas imperfeições. Ou veja todas elas... e perdoe... por favor...
terça-feira, 28 de abril de 2009
Aprender
Tem coisas que a gente não sabe. Simplesmente não sabe. E não adianta ensinar. A gente não aprende. Eu, por exemplo, não consigo aprender a ver a vida dura. Gosto de pensar que ela é mais. Gosto de esperar que ela seja mais. Esperança. Talvez seja isso que me mantenha de pé. Esperar pelo quê? Como posso saber? Não tenho um quê definido. Nem me interesso em ter. Mas sei que a vida não é assim tão dura. Não pode ser. Não quero que seja. Por isso não é.
Tem coisas que a gente não sabe, nem nunca vai saber. Algumas delas, é melhor nem saber mesmo. Deixa estar. Deixa assim. Deixa acontecer. Guarda na retina o que de belo te alcançou. É o que vale.
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