Breves, médias, longas, loucas notas sobre fatos, pessoas e acontecimentos da vida real desta, que pode até não ser poeta, mas que vê poesia onde quer que pousem seus olhos castanhos, pincelados de azul.
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
Filha
Minha filha nasceu minúscula. Eu morria de medo que ela não sobrevivesse.
9 anos depois, olho pra ela, e não canso de agradecer à vida. É mais alta que as meninas da idade dela, inteligente, tão alegre que os olhos brilham, sempre acesos, com uma força de vida que só as crianças e os anjos sabem e podem ter.
Alina. Minha poesia diária.
Do tempo... que a gente recupera...
Já tive 17 anos, acredite. E não conheço ninguém que, aos 17, não faça algumas bobices. Porque eu seria diferente? Fiz as minhas. A maior delas, não ter falado o que sentia.
Ainda bem que hoje posso falar.
Assinar:
Comentários (Atom)