Minha filha nasceu minúscula. Eu morria de medo que ela não sobrevivesse.
9 anos depois, olho pra ela, e não canso de agradecer à vida. É mais alta que as meninas da idade dela, inteligente, tão alegre que os olhos brilham, sempre acesos, com uma força de vida que só as crianças e os anjos sabem e podem ter.
Alina. Minha poesia diária.
Um comentário:
Imagino a quem puxou =]
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